Procura-se uma bola redonda
Procura-se aquilo que me foi tomado
Procura-se a verdade da alma
Procura-se um cubo quadrado
Tudo aquilo que foi despedaçado
Procura-se qualquer resto de fé
Procura-se uma verdade
Que esconda muito fundo sua falsidade
Sobre meus ditos
Não acredito que se trate de pesimismo
De amargor
Tampoco rancor
O que se trata é da permissão de chegar a um ponto,
Evitado por muitos
Um ponto de onde se pode ver
Através da luz negra
Neste ponto todas as manchas se evidenciam
E não há maquiagem que esconda as imperfeições
De amargor
Tampoco rancor
O que se trata é da permissão de chegar a um ponto,
Evitado por muitos
Um ponto de onde se pode ver
Através da luz negra
Neste ponto todas as manchas se evidenciam
E não há maquiagem que esconda as imperfeições
Um oceano de lágrimas
" UMA LAGOA DE LÁGRIMA
Tudo está tão esquesito hoje! E ainda ontem as coisas estavam tão normais... Será que durante a noite eu virei outra pessoa? Deixe-me pensar: hoje de manhã, quando acordei, eu era outra pessoa? Tenho uma vaga lembrança de ter me sentindo um pouquinho diferente. Mas se eu não for eu mesma, a próxima pergunta é: Quem eu sou? Essa é que é a questão!
(...)
Mas... ai meu Deus... -chorou Alice, numa explosão de lágrimas- eu queria tanto que alguém colocasse a cabeça naquele buraco e me chamasse... Estou tão cansada de ficar aqui sozinha!...
(...)
gostaría de não ter chorado tanto - disse, enquanto nadava tentando achar a saída. -Agora eu vou ser castigada por isso, me afogando em minhas próprias lágrimas." Lewis Carroll
Kierkegaard responde à Alice:
"(...) e essa segunda forma de desespero -a vonatade de sermos nós próprios- designa tampouco uma maneira especial de deseperar, que, ao contrário, nela finalmente se resolve e a ela se reduz todo o desespero."
Tudo está tão esquesito hoje! E ainda ontem as coisas estavam tão normais... Será que durante a noite eu virei outra pessoa? Deixe-me pensar: hoje de manhã, quando acordei, eu era outra pessoa? Tenho uma vaga lembrança de ter me sentindo um pouquinho diferente. Mas se eu não for eu mesma, a próxima pergunta é: Quem eu sou? Essa é que é a questão!
(...)
Mas... ai meu Deus... -chorou Alice, numa explosão de lágrimas- eu queria tanto que alguém colocasse a cabeça naquele buraco e me chamasse... Estou tão cansada de ficar aqui sozinha!...
(...)
gostaría de não ter chorado tanto - disse, enquanto nadava tentando achar a saída. -Agora eu vou ser castigada por isso, me afogando em minhas próprias lágrimas." Lewis Carroll
Kierkegaard responde à Alice:
"(...) e essa segunda forma de desespero -a vonatade de sermos nós próprios- designa tampouco uma maneira especial de deseperar, que, ao contrário, nela finalmente se resolve e a ela se reduz todo o desespero."
Sheila M. de Oliveira 16/11/07
Olho mágico da alma
Menos que janelas,
Geram imagens distorcidas
Mas às vezes chega-se a acreditar
Que alguém pode ser visto através de suas palavras
Meros fragmentos da existência
Que marcam presentes passados
O que se lê já está desatualizado
Quando a porta é aberta revela um novo presente
Geram imagens distorcidas
Mas às vezes chega-se a acreditar
Que alguém pode ser visto através de suas palavras
Meros fragmentos da existência
Que marcam presentes passados
O que se lê já está desatualizado
Quando a porta é aberta revela um novo presente
Pedaços de histórias
Minha memória é tão fraca
Que fica difícil esquecer
Quando ela lembra de alguma história
Só o que era bom retorna a viver
Que fica difícil esquecer
Quando ela lembra de alguma história
Só o que era bom retorna a viver
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