Ele era curto para o inverno
E quente para o verão
De que servia esse vestido?
Melhor despido
Me despido em praça pública
Despida em praça pública
"Eu me apaixonei pela pessoa errada"
Eles cantam
Eu acompanho
Sem vergonha
Despida
Despido
Vestido
Quem é que tem coragem de arrancar a camisa?
Quem é que não tem medo de se resfriar?
Só quem confia no calor, no colo oferecido.
Só quem consegue se jogar.
Ele era curto
Curto para o inverno
E quente, quente demais para o verão
Ele era um olograma do imaginário
Alguns diriam: faz de conta que era um e.t.
Desse vestido, me despido
Despida,
Amém
Elos-gios
Que o costume de belas palavras tenha seu nascimento remetido às palavras ditas aos mortos queridos
Parece ter a ver com a forma como alguns se utilizam das mesmas
Palavras bonitas, repetidas e ressaltadas, para esconder a morte de algo
Talvez, a morte da própria percepção da beleza em todas as formas possíveis
Os elogios desse tipo, por-favor!
Dispenso
Quando emanados carregam o pesar
da inautenticidade
Me interessam apenas as belas palavras que escorrem pela boca,
Que nos saltam à língua,
Por vazarem o que se sente
Há nesses, e apenas nesses, elogios
sentido
também em toda sua forma
E esses, e somente esses
constroem elos,
sentidos
Parece ter a ver com a forma como alguns se utilizam das mesmas
Palavras bonitas, repetidas e ressaltadas, para esconder a morte de algo
Talvez, a morte da própria percepção da beleza em todas as formas possíveis
Os elogios desse tipo, por-favor!
Dispenso
Quando emanados carregam o pesar
da inautenticidade
Me interessam apenas as belas palavras que escorrem pela boca,
Que nos saltam à língua,
Por vazarem o que se sente
Há nesses, e apenas nesses, elogios
sentido
também em toda sua forma
E esses, e somente esses
constroem elos,
sentidos
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